Três Passos esteve em audiência com o ministro da saúde para tratar sobre a UPA - Observador Regional

Três Passos esteve em audiência com o ministro da saúde para tratar sobre a UPA


  • Três Passos esteve em audiência com o ministro da saúde para tratar sobre a UPA
  • Três Passos esteve em audiência com o ministro da saúde para tratar sobre a UPA


                     O dia 05 de outubro foi um momento importante para os 11 municípios do Estado que estão com as UPAS concluídas, mas, no entanto, fechadas por falta de ajuste no modo de funcionamento.

                    O Grupo de Trabalho, formalizado pela FAMURS para tratar do assunto, estiveram no Gabinete do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, para tratar da situação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Na oportunidade os municípios expuseram as dificuldades de cumprirem com a abertura e o custeio das UPAs e solicitaram uma reavaliação sobre a atual situação das UPAs. O Grupo de Trabalho da FAMURS, coordenado pelo presidente Salmo Dias, esteve representado pelos prefeitos e assessores da área da Saúde da própria entidade e dos municípios.

                    O secretário Municipal de Planejamento José Carlos Bourscheid, representou o prefeito José Carlos do Amaral na audiência, o qual lidera o Grupo de Trabalho da FAMURS, criado com o objetivo de solucionar o problema  das UPAs fechadas no Rio Grande do Sul.  

                    Na reunião, o Ministro da Saúde, juntamente com a Senadora Ana Amélia Lemos que acompanhou a audiência, comprometeram-se em solicitar ao Tribunal de Contas da União (TCU) análise para READEQUAÇÃO da Portaria das UPAs, flexibilizando a carga horária de funcionamento.

                    As UPAs fechadas, tem prejudicado tanto os gestores que querem disponibilizar os serviços a população, como a comunidade que quer ter acesso aos serviços. Este dilema depende da negociação com o Governo Federal, pois o município não tem condições de assumir sozinhos estas estruturas em função do alto custo de manutenção, dificuldade de contratação de profissionais, além de prejudicar os orçamentos dos hospitais municipais.


    Fonte: Elenara de Oliveira Jornalista Reg. Nº 17796
    Postado por: Observador Regional